Meu maior desejo no Panamá
era conhecer o Caribe. Mas, a Cidade do Panamá também tem muito coisa para
oferecer.
O país, com 3,5 milhões de
habitantes, está na América Central e faz fronteira com a Costa Rica e a
Colômbia. Sua moeda é o Balboa, mas só circulam mesmo algumas moedas no comércio.
Todos usam o dólar americano no dia a dia.
A bonita orla com prédios
altos e modernos é o cartão postal da cidade. Muito bom fazer uma caminhada
pela Avenida Balboa.
Na cidade o tecnológico se depara
com o velho muitas vezes.
Não deixe de visitar o Casco Antiguo que é interessantíssimo. Praças, igrejas, restaurantes e uma arquitetura maravilhosa. Ainda tem muita coisa para restaurar, mas o lugar encanta. Principais monumentos são as Igrejas San José, de La Merced, Santo Domingo e Catedral, Praças Bolivar, Herrera, de La Independência e de Francia e o Palácio Presidencial.
Porém o principal ponto turístico do país é o Canal do Panamá, uma das maravilhas da engenharia mundial. Canal artificial com 80 km de distância ligando o Oceano Atlântico ao Pacífico. É muito interessante toda essa tecnologia, principalmente considerando que foi inaugurado em 1914. O lado do Pacífico é mais alto que o Atlântico. Bloqueios e eclusas equilibram isso permitindo que o navio faça a travessia. Mais de 13 mil embarcações passam pelo canal anualmente. No centro de visitantes Miraflores é possível conhecer mais sobre o projeto, com vídeos, museus e no fim acompanhar a passagem do navio.
Compras: Não é muito a minha praia, mas nessa cidade cai em tentação. Há inúmeros shoppings com preços bem interessantes. E se prepare para andar porque são enormes. O Albrook Mall é mais popular, mas também tem outros como o Multiplaza e o Multicenter. Também tem as feiras de artesanato, nas quais o maior destaque vai para os chapéus, principalmente o famoso chapéu Panamá.
Na vida noturna, a Calle
Uruguai é famosa por seus bares, baladas e cassinos. Os hotéis oferecem boas
opções também, seja de noite ou de dia, com preços acessíveis. Gostei muito do
Hard Rock Hotel.
Por Andréa Bonfim



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